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Streets of Rage ( A Saga )

Quem possuiu um Mega Drive na infância certamente já passou várias tardes jogando Streets of Rage com os amigos. Totalizando três títulos lançados, o game marcou época devido à pancadaria sem fim.


Streets of Rage ( Bare Knuckle, geralmente abreviado como SOR) é um jogo eletrônico de beat 'em up que foi desenvolvido e publicado pela Sega para o Mega Drive. Foi lançado nos Estados Unidos em 31 de Dezembro de 1990 e no Japão no dia 2 de Agosto de 1991. É o primeiro jogo da série Streets of Rage seguido por Streets of Rage 2 (1992) e Streets of Rage 3 (1994). O jogo foi convertido para Wii em fevereiro de 2007 e para iOS em julho de 2009.

História

A introdução do jogo segue

Esta cidade já foi um lugar feliz e tranquilo... Até que um dia, uma poderosa organização criminosa tomou conta da cidade. Um sindicato cruel logo teve o controle do governo e até mesmo da policia. A cidade tornou-se um centro de violência e de criminalidade, onde ninguém está seguro.
Em meio a essa turbulência, um grupo de jovens determinados jurou limpar a cidade. Entre eles estão Adam Hunter, Axel Stone e Blaze Fielding. Eles estão dispostos a arriscar qualquer coisa ... até as suas vidas ... no ... Streets Of Rage.

Jogabilidade

Semelhante ao jogo Golden Axe, que foi lançado dois anos antes pela Sega, inimigos a pé aparecendo na tela de ambos os lados, onde o combate corpo a corpo contra múltiplos oponentes é o objetivo principal. Antes do jogo começar, o jogador escolhe entre três personagens principais, Adam, Axel e Blaze, cada um com seu próprio estilo de luta. Streets of Rage é composto por oito locais, conhecidos como rounds, no final de cada round o jogador enfrentará um chefão, com exceção da fase 7.


Personagens


Adam Hunter (esquerda) é um ex-policial e boxeador. Ele é notavelmente mais lento que os outros personagens e também o mais forte entre os três. Esta é a única aparição de Adam como um personagem jogável na série Streets of Rage, porém seu irmão caçula, Skate, aparece nos outros jogos da série.

Axel Stone (centro) é um ex-policial e artista marcial. Ele é o mais equilibrado dos três personagens: mais lento que Blaze mas mais rápido do que Adam e mais forte do que Blaze mas mais fraco que Adam. Seu único atributo negativo é a sua capacidade de salto em comparação com os outros personagens. Axel, junto com Blaze, aparece com destaque em cada jogo da série Streets of Rage.

Blaze Fielding (direita) é uma ex-policial e especialista em judô. Ela é um pouco mais fraca do que os outros personagens, mas é a mais ágil dos três pois pode saltar mais alto e se movimentar mais rápido.

Back-Up Enforcer (não selecionável) não é um personagem jogável e só é visto durante o "ataque especial" e durante os créditos finais. O policial secretamente se aliou aos três personagens e fornece apoio armado a eles ao longo do jogo.


Ao contrário das outras versões, nenhum dos inimigos são nomeados no decorrer do jogo (apenas no manual da versão japonesa) e só os chefes têm medidores de vida. No Streets of Rage, o ataque especial é a assistência de um carro da polícia ( chama os "home" ), de certa distância dispara da viatura tiros de metralhadora ou uma rajada do lança-chamas, acertando todos os inimigos da tela. Na 8ª fase, os ataques especiais não podem ser usados.

Na oitava fase, você lutará com todos os Chefes do jogo ( apelação total ), além do Mr. X. As fases são:

Round       Descrição           Nome em português

1               City Street          Rua da Cidade
2               Inner City           Subúrbio
3               Beachfront          Beira-mar
4               Bridge                Ponte
5               Aboard Ship       A Bordo do Navio
6               Factory               Fábrica
7               Freight Elevator   Elevador de Frete
8               Syndicate HQ     QG do Sindicato



Legado


Streets of Rage foi um sucesso, vendendo mais de 2,6 milhões de cópias em todo o mundo, gerando as sequências Streets of Rage 2 em 1992 e Streets of Rage 3 em 1994. Uma quarta versão, previamente conhecida como "Streets of Rage 4", entrou em desenvolvimento numa parceria da empresa japonesa com a Core Design. Após um desentendimento da Sega com a desenvolvedora britânica, os japoneses alegaram que a Core Design desejava portar a série para outras plataformas. Como resultado, a empresa britânica reuniu o material e deu nova roupagem sob o nome de "Fighting Force".

Recentemente, uma equipe denominado Bombergames disponibilizou na rede um Remake de Streets of Rage, mas rapidamente foi tirado do ar a pedido da Sega. Em comunicado, a Sega anunciou que tomou medidas para proteger seus direitos de propriedade intelectual.


Trilha Sonora


As músicas do game foram compostas por Yuzo Koshiro, que também fez a trilha de The Revenge of Shinobi, e seguiam uma linha techno-rock, misturando guitarras e baterias eletrônicas. Atualmente, os CDs com as trilhas sonoras de Streets of Rage valem um bom dinheiro em leilões.

Mas foi com Streets of Rage 2, que Yuzo Koshiro atingiu o auge de sua carreira, chegando até mesmo a fazer as músicas de ActRaiser e Super Adventure Island, para SNES. Em Streets of Rage 3, compôs junto com Motohiro Kawashima (que já havia trabalhado com Yuzo em algumas músicas de "Streets of Rage 2"), mas não agradou muito e aí teve início o declínio de sua carreira.


Streets of Rage 2


Streets of Rage 2 ( Bare Knuckle II: The Requiem of the Deadly Battle )

História


Streets of Rage 2 é a continuação de Streets of Rage ( sério não me diga... ), sendo que seu enredo basicamente conta que no passado os jovens ex-policiais Axel Stone, Adam Hunter e Blaze Fielding comemoravam a vitória contra o sindicato criminoso, após um ano de sua queda. Axel virou guarda costas e Blaze agora trabalha como professora de dança, porém Adam resolve se juntar novamente a polícia e passa a morar numa pequena casa junto com seu irmão mais novo.

Um dia Axel recebe um telefonema desesperado de Eddie "Skate" Hunter (também conhecido como Eddie "Sammy" Hunter) dizendo que ao chegar na pequena casa, ela estava toda revirada e destruída. O desaparecimento de Adam marca o começo do pesadelo, em poucos dias o sindicato estava de volta ás ruas, agora totalmente renovoados e com muitos novos lutadores criminosos, desde ninjas armados até mesmo motociclistas que arremessam bombas.
Axel contacta Max, seu velho amigo; Blaze e Sammy (Skate), e decidem se unir para destruir novamente a organização criminal do sindicato, resgatar Adam e restabelecer a ordem e a paz.


Jogabilidade

Streets of Rage 2 tem uma jogabilidade bastante expandida em relação ao anterior, é possível realizar mais de um tipo de voadora e utilizar um super golpe, ativado apertando duas vezes para qualquer lado e o botão de soco. Com o botão de especial é possível efetuar um especial parado, e apertando para frente mais o especial, efetua um segundo especial. Cada fase possui um chefe no final, todos agora identificados com o respectivo nome.


Até mesmo as variações coloridas de inimigos e chefes recebem novos nomes, como se fossem na verdade guerreiros diferentes e não variações.


Streets of Rage 3


Streets of Rage 3 é mais um jogo da série Streets of Rage sendo sua terceira e última edição, e por acaso a mais diferente porque na sua conversão para os Estados Unidos foi alterada em vários Sentidos.

É um jogo de visão lateral 2D, desenvolvido pela SEGA, para a plataforma do Mega Drive, lançado no ano de 1994. É o capítulo final da série Streets of Rage. Posteriormente foi lançado para a versão japonesa de Sonic Gems Collection, para GameCube e PlayStation 2, e para o Wii em 24 de Setembro de 2007. O jogo também aparece em Sonic's Ultimate Genesis Collection para Xbox 360 e PlayStation3.


O jogo passou por várias melhorias comparado ao Streets of Rage 2, como uma trama mais complexa, múltiplas sequências finais, fases mais longas, fases melhor desenhadas (com fases interativas e a volta de armadilhas como pontes) e jogabilidade mais rápida (com movimentos de esquiva e desviar). Armas só podem ser usadas por algumas vezes e depois quebram, e podem ser integradas a movimentos únicos com certos personagens, personagens secretos foram adicionados e também algumas animações entre as fases, para dar mais profundidade à história.

Jogabilidade


O jogo é mais rápido que Streets of Rage 2. Os movimentos correr e desviar para os lados foram adicionados, e a maior parte dos ataques do jogador causa menos dano no inimigo do que no jogo anterior. O relógio o jogo foi substituído por um "power meter" (algo como 'barra de força', ou barra de poder) que, quando cheio, permite aos jogadores usarem habilidades especiais sem que isto drene suas barras de energia.


Diferentemente do segundo jogo, as armas em Streets of Rage 3 só podem ser usadas algumas vezes, pré-estabelecidas. No entanto, agora podem ser usados ataques especiais utilizando as mesmas. O jogo também permite que dois jogadores se unam para fazer um ataque mais poderoso. Movimentos "Blitz", feitos quando o jogador está correndo, foram alterados para que agora sua força pode ser aumentada ao longo do jogo.
Armadilhas nas fases foram trazidas de volta do jogo original, por exemplo, inimigos podem ser atirados de pontes, ou de elevadores novamente.

A inteligência artificial dos inimigos foi expandida para que mais inimigos possam pegar armas, bloquear ataques, se unirem para fazer ataques cooperativos, e até mesmo roubar itens de comida para recuperarem sua energia.

Streets of Rage Remake


Streets of Rage Remake é uma refeitura que mistura elementos dos três jogos originais para Mega Drive. Ele apresenta 103 fases no modo história, todas repletas de inimigos, objetos destrutíveis e outros que servem de arma. Programado para parecer com o original em diversos aspectos, o game consegue manter gráficos e jogabilidade muito próximos ao encontrado nos jogos do console.

Em Streets of Rage Remake, fãs da série e do gênero poderão se divertir e relembrar os velhos tempos, aproveitando uma jogabilidade, ao mesmo tempo, fiel à original e cheia de inovações.

Apesar de baseada nos jogos da série, a história de Streets of Rage Remake não é uma continuação das demais. Seus acontecimentos ocorrem após o final do primeiro jogo, misturando elementos das posteriores.
Em resumo, havia uma organização criminosa infiltrada na polícia, que foi desfeita pelos socos e pontapés de ex-policiais revoltados pela situação. Um ano após sua queda, ela conseguiu se reerguer e começar uma onda de crimes pela cidade.


No início do jogo, há várias opções de por onde iniciar o desmembramento (por vezes literal) da organização. Com um total de oito desfechos diferentes, tal escolha determina quais cenários são visitados e o desenrolar da história.

Violência em todos os cantos

A mecânica de Streets of Rage Remake é bastante simples: siga em frente e derrote quem aparecer. Dependendo das configurações, no entanto, é precisar tomar cuidado para não desferir (ou receber) golpes contra seus aliados – apesar disso, também há como usá-los de apoio na realização de combos poderosos.


Grande parte do cenário é destrutível, desde cabines telefônicas até carros. Da mesma forma, objetos diversos podem ser usados temporariamente como armas – como garrafas, canos, facas e pistolas. Contudo, não espere somente correr pelas cidades enquanto soca quem está na frente, pois também há fases nas quais você deve fazer isso enquanto pilota uma moto.

É possível fazer tudo isso sozinho, com um amigo dividindo o mesmo teclado ou usando um personagem controlado pelo computador para lhe dar cobertura. Este, assim como os oponentes, pode ter sua inteligência artificial alterada de diversas maneiras: balanceada, agressiva, passiva, materialista ou estúpida

Além do modo história, no entanto, há também outras cinco alternativas para se divertir com Streets of Rage Remake: lutar individualmente contra um amigo (Battle); sobreviver o maior tempo possível contra hordas infindáveis de oponentes (Survival); derrotar vários chefes em sequência (Boss Rush); participar de eventos especiais, com diferentes objetivos (Events); e, jogar vôlei (Volleyball)!


Configure do seu jeito

Depois de terminar o modo história pela primeira vez, a loja do jogo é aberta. Nela, você pode comprar várias opções especiais – assim como códigos (cheats) para liberar vantagens especiais durante o jogo. Entre elas, estão os editores de fases e personagens, modos de jogos (como Survival e Boss Rush) e seis personagens secretos. Comprá-las, no entanto, não sai barato: durante o modo história, é preciso juntar todo o dinheiro que os inimigos deixam cair.

Uma possibilidade de alteração que não depende da loja envolve a substituição das músicas na pasta de Streets of Rage Remake (localizada em “SORRv5\mod\music”). Nela, basta pegar suas músicas preferidas, convertê-las para o formato OGG ( baixe o Sound Forge aqui mesmo no blog ) e renomeá-las numericamente de 1 a 76 (a sequência fica: 1, 1a, 2, 2a, 3, 3a e assim por diante).

Comandos

Para alterá-los de maneira a acomodar quatro mãos sobre o teclado, acesse o menu “Options” e, em seguida, “Controls”. Selecione o jogador a ter os comandos modificados e decida quais teclas deseja usar.

Confira a lista para as teclas do primeiro jogador:

•Setas direcionais: movimentação;
•Tecla X: ataque especial;
•Tecla C: ataque básico;
•Tecla V: pulo;
•Tecla A: combo especial;
•Tecla S: série de golpes;
•Tecla D: ataque traseiro;
•Tecla B: chama a polícia para ajudar (derrota os inimigos da tela usando uma bazuca);
•Enter: seleciona opções;
•Esc: pausa o jogo e sai do jogo.


Downloads:


Espero que gostem e boas lembranças!!!

The Legend of Zelda - "A Lenda do RPG"


A Série The Legend of Zelda 

The Legend of Zelda, em português "A Lenda De Zelda", é uma série de jogos eletrônicos da Nintendo criada em 21 de fevereiro de 1986 por Shigeru Miyamoto, o mesmo que criou grandes obras como Mario e Donkey Kong. Os jogos se passam no reino de Hyrule, num ambiente de fantasia. A jogabilidade mistura aventura e ação com elementos de RPG. A série é muito apreciada por suas tramas complexas, quebra-cabeças, jogabilidade e pela superprodução.

O protagonista é o jovem guerreiro Link, cuja missão, na maioria dos jogos, é salvar o reino de Hyrule, a Princesa Zelda e proteger a Triforce, o símbolo deixado pelas deusas, que pode trazer ao mundo uma era de harmonia e prosperidade, mas pode destruí-lo se cair em mãos erradas. Cada um dos triângulos tem um significado diferente, sendo que um significa o poder, atribuído a Ganondorf, um significa a sabedoria, atribuída a Zelda, e um significa a coragem, atribuída a Link. O antagonista é Ganon (Ganondorf). Mas a medida que a série progredia, a velha história do "salve a princesa" era expandida, incluindo por exemplo viagem no tempo.


Para criar o tema de Zelda, Miyamoto se inspirou nas suas andanças como criança em Kyoto, explorando cavernas e florestas, além de mitologia nórdica e japonesa. O nome Zelda, segundo o autor, vem da esposa do famoso escritor norte americano Francis Scott Fitzgerald, seu nome completo era Zelda Sayre. Miyamoto disse ter gostado da sonoridade do nome.

História


A lenda começa quando a princesa Zelda é condenada ao sono perene após ser cometida por uma maldição de um feiticeiro chamado Ganondorf. O Rei impõe então que todas as princesas descendentes deveriam se chamar Zelda. Inicia-se assim, com o enredo de Ocarina of Time (1998, N64), a lenda. Ao final do episódio, a princesa Zelda, com o auxílio dos seis grandes sábios, cria um universo paralelo ao reino de Hyrule, onde Ganondorf é aprisionado e o portal para esse mundo é selado. Meses após os acontecimentos de Ocarina of Time, Link tem sua égua Epona roubada, e seguindo o ladrão, acaba por adentrar em um reino desconhecido, chamado de Termina, e lá descobre que a lua irá colidir com o mundo em três dias. Inicia aí o enredo de Majora's Mask. Ao que parece, a cronologia de Twilight Princess se desenrola uma era após os acontecimentos das versões do N64, onde Ganondorf, aliado ao Feiticeiro Zant, de Twilight Realm, quebra o selo que divide o mundo de Hyrule com o mundo das sombras, e tenta fundi-los em uma só dinastia, onde os dois seriam os soberanos. Aqui, Link recebe o auxílio de Midna, princesa de Twilight Realm, e ao que parece, uma sombra do que Zelda representa para Hyrule, ao derrotar Ganondorf com a ajuda de Zelda, o feitiço é quebrado e Midna reassume a sua verdadeira forma de princesa. Com relação às cronologias de Wind Waker e Phantom Hourglass, sabe-se que se passam eras após o ocorrido em Ocarina of Time e Twilight Princess, onde Hyrule foi tomada por uma inundação e os presságios de um herói do tempo que usava trajes verdes é passado de geração a geração. Aqui, Ganondorf, que novamente conseguira romper o lacre que o prendia ao universo paralelo, passa a raptar todas as garotas que possuíam orelhas de Hylian, pois desconfia que Zelda se esconde por trás de um disfarce. Quando um pássaro gigante a seu comando rapta a irmã de Link, Arryl, a história se desenrola.

Os títulos das sub-séries Oracles e Four Swords seguem cronologia própria, se separando da cronologia oficial. Já a outra cronologia se inicia em The Minish Cap, sucede em Four Swords e encerra em Four Swords Adventure.

Lista de jogos


NES

The Legend of Zelda, o primeiro capítulo da saga de Link, é lançado no Japão com o nome The Hyrule Fantasy: Zelda No Densetsu. O game não foi lançado em cartucho, e sim na forma de disquete, para rodar no Famicom Disk System, acessório do Famicom que foi lançado somente no Japão.
The Legend of Zelda foi lançado nos Estados Unidos para o console Nintendo Entertainment System (NES). Foi o primeiro game da Nintendo a ultrapassar a marca de um milhão de unidades vendidas na América (excetuando Super Mario Bros., que já vinha com o console), e o primeiro jogo da história a possuir chip interno para salvar jogos. O jogo foi lançado em duas versões de cartuchos: uma dourada e outra cinza. A dourada foi lançada com um número de cópias limitada. Chegou a vender mais de 6,5 milhões de unidades pelo mundo todo. O jogo vinha com um guia de ajuda, neste guia continha: parcialmente um mapa principal, mapas das seis primeiras dungeos, dicas e descrições dos monstros.

Em 1988, foi lançada a continuação, Zelda no Detensu: Rinku no Bouken (Zelda II: The Adventure of Link), no Japão, também exclusivamente para o Famicom Disk System. O jogo mudava o esquema do game anterior, com visão lateral em vez de superior e elementos de jogo plataforma, apesar de desagradar alguns dos fãs do original, ultrapassou a marca de 4,3 milhões de unidades vendidas mundialmente.
A nintendo proibiu as revistas de fazerem detonados por um determinado tempo, fazendo o jogo ficar mais desafiador.

The Adventure Of Link
Diferentemente do primeiro Zelda, apesar de haver um mapa, as batalhas se passavam em visão lateral. O mapa desse jogo é o considerado mais complexo das primeiras series, o jogo também continha uma historia bem trabalhada e Contava com um sistema de evolução, conquistado ao matar monstros.

Super Nintendo

The Legend of Zelda: A Link to the Past (Zelda No Densetsu: Kamigami No Triforce), lançado em 1991 é um dos jogos mais populares do console.Esse foi também o primeiro jogo da série no qual havia 2 mundos diferentes (Dark World e Light World) e viajar entre eles era obrigatório para abrir passagens. O sistema de 2 mundos é muito copiado ultimamente, em jogos como Metroid Prime 2: Echoes. Foi um dos títulos mais vendidos do SNES, com mais de 4,5 milhões de cartuchos pelo mundo.

Game Boy & GBA


The Legend of Zelda: Link's Awakening, o primeiro game Zelda para o portátil Game Boy, é lançado no Japão e nos Estados Unidos em 1993. Mais tarde é lançada para o Game Boy Color uma versão atualizada , intitulada The Legend of Zelda: Link's Awakening DX (1996). Link's Awakening vendeu cerca de 4 milhões de cópias.

Para o GBC também foi lançado em 2000 Oracle of Seasons e Oracle of Ages, produzidas em conjunto com a Capcom. Pretendia se fazer uma "Tri-Force Series", um conjunto de 3 jogos interligados entre si, reduzida a apenas dois (no qual podem se trocar itens e progresso).
A Link to the Past fora portado para o Game Boy Advance em 2002. Junto com o jogo veio um novo Zelda multiplayer, para ser jogado por até quatro jogadores (chamado Zelda: Four Swords). Foi o primeiro jogo da série a apresentar modo multiplayer.

Em janeiro de 2005 foi lançado para o GBA The Legend of Zelda: The Minish Cap, com gráficos cartunescos ao estilo de outro jogo da série: The Legend of Zelda: The Wind Waker. Nesse jogo, o protagonista Link encolhe a um tamanho minúsculo para conhecer uma raça de duendes chamados Minish.

Nintendo 64
No final de 1998, Zelda chega para o Nintendo 64. The Legend of Zelda: Ocarina of Time é lançado mundialmente, recebe aclamação crítica e torna-se rapidamente o game mais vendido do ano de 1998. Até hoje é considerado por muitos como o melhor jogo de todos os tempos, e foi o primeiro jogo a tirar nota máxima nos sites das revistas IGN e Famitsu, conhecidos pela rigorosidade. O jogo inovou na época ao apresentar uma história mais épica, um sistema de variação entre dia e noite e um sistema de mira chamado Z-Targeting, que permitia ao jogador travar a mira em um inimigo ou objeto.

Em 2000, The Legend of Zelda: Majora's Mask é lançado. Sua história, apesar de ser uma continuação do jogo anterior(para quem viu o final do jogo anterior, acaba com o Link falando com Zelda), tem uma trama diferente (um dos únicos jogos da série em não se basear em Zelda e na busca pela Triforce), no qual Link tem 72 horas para impedir que a Lua se choque com Termina, um reino diferente de Hyrule, mas com pessoas muito semelhantes. Esse era um dos poucos games do Nintendo 64 a ser obrigatório o uso do Expansion Pack que adicionava 4MB extra de Ram para melhoria dos gráficos.

Game Cube

Em 2000, é apresentado na Space World (feira de games que acontece todo ano no Japão), um curto vídeo contendo imagens do Zelda para o Nintendo GameCube, na cena temos um Link realista, rico em detalhes a duelar com um Ganondorf. Nenhum detalhe sobre o jogo foi apresentado. Algum tempo depois, o novo Zelda para Game Cube é verdadeiramente revelado. O jogo causa muito impacto (na maioria negativo), por apresentar o inverso do visto anteriormente, em vez do Link realista, um jogo que apresentava um visual completamente cartunesco, como um grande desenho animado, fruto do trabalho com filtro cel-shading.
Em dezembro de 2002, o jogo é lançado no Japão, batizado de The Legend of Zelda: The Wind Waker, que consegue conquistar o público que de inicio havia repudiado seu visual. O game chegou nas Américas no início de 2003.

Já na E3 2004 a Nintendo anuncia que fará um Zelda realmente realista, semelhante a Ocarina Of Time. The Legend of Zelda: Twilight Princess causou um grande impacto entre os fãs da série quando mostrado em vídeo pela primeira vez. O jogo também ganhou uma versão para o Wii. Foi lançado no final de 2006.

Nintendo DS

Em Março de 2006, a Nintendo anunciou na Game Developers Conference o primeiro Zelda para o portátil Nintendo DS, The Legend of Zelda: Phantom Hourglass, estava marcado para algum período no mesmo ano. Foi adiado e lançado em julho de 2007 no Japão e em outubro nos EUA. A história continua após Wind Waker, com Tetra (o nome da Princesa Zelda enquanto pirata) capturada por um navio assombrado, portanto Link deve salvá-la cruzando mares e derrotando criaturas.

Na GDC de 2009, foi anunciado um novo Zelda para DS, The Legend of Zelda: Spirit Tracks. Com o mesmo estilo gráfico de Phantom Hourglass, o jogo é o primeiro da série a incluir trens, com Link se movendo em um trem, podendo atirar com um canhão.

Nintendo Wii

Em 2005, davam-se notícias de que o console sucessor do GameCube, codenomeado "Revolution", teria um modo de jogabilidade especial com Twilight Princess. Mas na E3 de 2006, a Nintendo anunciou que o console, batizado Wii (antigo Revolution), teria sua própria versão de Twilight Princess, que foi lançada juntamente com o console em 19 de Novembro de 2006. O jogo de imediato se tornou o mais vendido do console, com uma proporção de 1 jogo em cada 4 compradores de Wii no lançamento do console nos EUA; a crítica também aclamou o jogo.
Durante a E3 2008, Shigeru Miyamoto afirmou que a série Zelda precisa de novas idéias, e que a equipe de produção está trabalhando nisso. Novos jogos para o Wii e DS estão em desenvolvimento.

O novo título de Wii foi anunciado na E3 de 2010, chama-se The Legend of Zelda: Skyward Sword e será lançado em 2011. A maior novidade deste título é o facto de aproveitar ao máximo o Wii MotionPlus, em que poderemos controlar a espada, escudo e outros equipamentos tal como se estivessemos a segurá-los na realidade, coisa que não acontecia em Twilight Princess da mesma consola, em que a jogabilidade era muito semelhante aos dos outros consoles.


Em outros jogos

A série Super Smash Bros. já incluiu 3 personagens de Zelda, Link (no original, em Super Smash Bros. Melee e Super Smash Bros. Brawl; Melee' também inclui o Link criança de Ocarina, e Brawl, o Link de Wind Waker), Zelda e Ganondorf (em Melee e Brawl; Zelda pode-se transformar em Sheik). 5 cenários da série viraram arenas (Hyrule Castle no original, Hyrule Temple e Great Bay em Melee, Pirate Ship e Bridge of Eldin no Brawl), 4 itens vem da série (o Heart Container em todos, o Bunny Hood dos jogos do N64 em Melee e Brawl, e as Deku Nuts em Brawl) e Tingle é um Trophy em Melee e Brawl.
Soul Calibur II para GameCube incluiu Link como personagem exclusivo (nos outros consoles foram Spawn e Heihachi Mishima).
Minigames baseados em Zelda aparecem na série Wario Ware, Inc..

Cronologia


The Legend of Zelda é o primeiro jogo da série.
Zelda II: The Adventure of Link é uma sequência direta, se passa quando Link se aproxima do 16o aniversário.
The Legend of Zelda: A Link to the Past foi divulgado como se passando eras antes do duo do NES.
The Legend of Zelda: Link's Awakening é uma sequência de A Link do The Past, com o mesmo Link.
The Legend of Zelda: Ocarina of Time se passa séculos antes de A Link to the Past. No final do jogo, Zelda manda Link de volta no tempo, criando duas linhas de tempo: a do "Link adulto" após ser enviado e a do "Link criança" após voltar.
The Legend of Zelda: Majora's Mask segue o mesmo Link de Ocarina of Time após ser enviado de volta no tempo.
The Legend of Zelda: Oracle of Seasons e The Legend of Zelda: Oracle of Ages são conectados por um sistema de códigos, e se passam um após o outro. Podem ser jogados em qualquer ordem. Se passa num período em que a Triforce está no Hyrule Castle e Ganon, morto.
The Legend of Zelda: Four Swords foi dito pelo diretor Eiji Aonuma como sendo o título mais antigo da série.
The Legend of Zelda: The Wind Waker passa séculos após Ocarina of Time, numa Hyrule inundada. Sabe-se que a cronologia é a do Link adulto porque é citado que o Herói do Tempo desapareceu após vencer Ganon.
The Legend of Zelda: Four Swords Adventures se passa num período inespecífico após Four Swords. Se passa antes de A Link to the Past por Ganon conseguir no jogo o tridente que ele brande no título do SNES.
The Legend of Zelda: The Minish Cap se passa antes de Four Swords, visto que conta as origens do inimigo de Four Swords, Vaati.
The Legend of Zelda: Twilight Princess passa um século após Ocarina of Time, supostamente na cronologia do Link criança, porque Ganondorf foi aprisionado em uma dimensão diferente.
The Legend of Zelda: Phantom Hourglass é uma seqüência direta de Wind Waker.
The Legend of Zelda: Spirit Tracks se passa 100 anos depois de Phantom Hourglass.
The Legend of Zelda: Skyward Sword ocorre antes do Ocarina of Time.

Linha do tempo


Toda história começa no Skywards Sword e termina no segundo jogo da série na Linha de Tempo Criança.

-- Linha de tempo Criança --


The Legend of Zelda: Skyward Sword
The Legend of Zelda: The Minish Cap
The Legend of Zelda: Four Swords
The Legend of Zelda: Four Swords Adventures
The Legend of Zelda: Ocarina of Time
The Legend of Zelda: Majora's Mask
The Legend of Zelda: Twilight Princess
The Legend of Zelda: A Link to the Past
The Legend of Zelda: Link's Awakening
The Legend of Zelda: Oracle of Ages
The Legend of Zelda: Oracle of Seasons
The Legend of Zelda


Zelda II: The Adventure of Link

Toda história começa no Skywards Sword e termina em Spirit Tracks na Linha de Tempo Adulta.

-- Linha de tempo Adulta --


The Legend of Zelda: Skyward Sword
The Legend of Zelda: The Minish Cap
The Legend of Zelda: Four Swords
The Legend of Zelda: Four Swords Adventures
The Legend of Zelda: Ocarina of Time
The Legend of Zelda: The Wind Waker
The Legend of Zelda: Phantom Hourglass
The Legend of Zelda: Spirit Tracks



Quase todos os jogos da série se tornaram mangás.

Houve também uma série de desenho animado de Zelda.






Downloads de algumas Roms:














Downloads dos Emuladores:






Alguns Detonados:








Bom divertimento e até a Próxima!!!